desabafo

tem atualizações lá em baixo!
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estou com a macaca com esse bando de hormônios mal educados. indisciplinados, sem limite, sem horário, sem agenda.
parecem que estão na fase de adolescencia: só querem farrear, não querem dar satisfação de nada, da hora que chegam, da hora que saem.
e eu que fique aqui, doida, enlouquecida, desorientada sem entender essas emoções destrambelhadas.
tou aqui bem alegrinha com minha varanda, ai lá vem a confusão, parece bloco de carnaval – bloco do sanatório geral -, sai da frente se não eles vão atropelando mesmo. num tem negócio de “dá licença”, por favor não. chega de repente, num avisam que vão chegar e vão logo desarrumando tudo. quando eu menos espero, tão lá, invadindo a geladeira, comendo tudo, sujando o chão, fazendo a maior zona.
egua. sai de mim. vao procurar outra turma. quero saber de voces assim não, viu?
podem tratar de se acalmarem ai, ficarem quietinhos, como bons meninos bem educados e equilibrados. peguem um livro pra ler. sentem ali na espriguiçadeira e descansem e me deixem em paz. me esqueçam, façam favor!
ufa. fiquei calminha agora.
um ótimo fim de semana proces!
update: no fim da tarde uma amiga me disse que a lua tava cheia… ela deixa os doidos mais doidos… entendi.
ai sai de casa e fui no supermercado: a noite haveria de ser boa, depois do esporro que eu dei nos hormônios.
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ai estou, sentada na varandinha, começo da noite, com os vícios ao redor: computador, cerveja e cigarro; cortando cebola, tomate e pimentão pra fazer um vinagrete pro camarão…
e mais tarde ela apareceu …
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atendendo ao pedido do meu paul, aqui está minha foto que ele fez quando eu estava postando à luz de velas :-)
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a casa é breguinha, mas ta ficando bem bonitinha
nada como carinho pra mudar tudo na vida
o piso, as paredes, os lustres, e os armários,
são bem feinhos, tadinhos…
diz que quem ama o feio, bonito lhe parece.
(terá sido a polyana?)
não sou polyana e até tenho bom gosto, só não tenho é dindin
então, quando vou à varanda, mesmo com chuva,
esqueço a estética, abandono os conceitos
e me delicio com a brisa que bate no rosto,
os ouvidos admiram o canto dos pássaros
e os olhos agradecem a paisagem verde,
se mais jovem ainda fosse,
a preferência seria morar em gotham city,
no meio do caos, do barulho, da música boa e da extravagância fantástica,
mas eu prefiro “abrir as janelas pra que entrem todos os insetos”,
e ter o tudodibom da cidade inesgotável bem alí
e aqui, quero mais é esta casa, que não é no campo,
mas dá pra ficar do tamanho da paz.
ainda não quero bichos pastando solenes,
nem sirenes atordoando minha serenidade
que só a maturidade traz
quero plantar e colher, com amor,
manjericão e violetas
com a certeza do meu filho legal, dos amigos do peito,
dos limites do corpo, e nada mais.
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a casa

backyard.jpg ao entrar aqui na sexta-feira, logo depois que o dono saiu foi bem estranho. ele tava numa tristeza profunda que me contaminou. me deu um banzo, uma falta de energia, empanquei. chovia muito, o que aumenta a melancolia.
olhava os cômodos do meio e não tinha luz nenhuma. rejeitei e voltei pro apartamento. lá fiquei como que perdida entre o térreo e o segundo andar. era tanta coisa pra fazer e eu não sabia por onde começar.
peguei o guarda-chuva e sai pra comprar umas coisas. não achava a loja que estava na minha frente. fiquei abestada.
mas tudo isso passou. a chuva. a melancolia. o banzo. tudo foi se transformando a medida que íamos arrumando. a alegria foi se instalando na casa toda.
o que me falta agora é tempo pra vadiar. tou indo trabalhar. e sinceramente, depois de passar três dias arrumando e limpando, isso era a última coisa que eu queria fazer hoje. mas se eu reclamar, vou ser castigada, então, lá vou eu!

finalmente, a mudança

caminhaomudanca.jpg agorinha o mr. detulio está fazendo a mudança dele. o caminhão ta na porta e uma chuva grossa cai sem piedade, o que deve atrasar um pouco.
assim que ele sair, vou lá limpar pra depois começar a levar as coisas.
eu aqui, vadiando no computador.
fazer uma mudança assim, só descendo dois andares, é muito legal. tou bem traquila, não preciso embalar tudo e muito menos encaixotar de verdade.
as gavetas vão do jeito que estão. os cabides de roupas, é só levar e pendurar no armário de lá, e temos o fim de semana todo pra nos instalarmos de verdade. só sei que hoje a noite tomo minha primeira cerveja na varanda :-)
update:
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agora lá vou eu me tranformar em super-benedita e limpar tudo por lá. inte daqui a pouco!
update II:
brochei. não fiz quase nada a tarde toda. a chuva acabou com meu tesão e agorinha fui olhar a previsão do tempo %$@#&*^@&%!!!!
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meu eu paul tá chegando, vamos ver se “unidos venceremos” esse tempo.
os planos de curtir a varanda, pelo visto, só depois de quarta-feira.
a vida é mesmo assim.
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update III – sábado a noite: a chuva parou, graças!!!
a bagunça tá marromeno e já vamos dormir na casa nova hoje. conseguimos tomar uma merecida cerveja e comer uns tira-gostos na varanda. obrigadaaaaaa senhorrrrrrr, grata estou!!
se o tempo deixar faremos nosso primeiro churrasco amanhã. ebaaaaa.
um ótimo domingo pra nós!

dando o ar da graça

“Meus amigos são todos assim:
metade loucura, outra metade sanidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila,
que tem que ter brilho questionador
e tonalidade inquietante.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e
agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Louco que senta e espera a chegada da lua cheia.
Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças
e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou o colo,
quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim:
metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Pena, não tenho nem de mim mesmo
e risada só ofereço ao acaso.
Quero amigos sérios, daqueles que
fazem da realidade sua fonte de aprendizagem,
mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto,
e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou,
pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios,
crianças e velhos, nunca me esquecerei
de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.”
(Marcos Lara Resende)
diz que hoje é o dia do amigo.
mais do que pai, mãe, namorado, dia do amigo é que devia ser todo santo-dia.
eu não viveria sem os meus. seria só uma sobrevivência tola, sem gosto, sem chão, sem céu e sem estrelas.
jamais abandonarei este blog que foi e é fonte de muitas novas amizades.
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p.s. quando fui fazer este post vi que o post anterior era o de número 404. terá sido um erro??? hihihi
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inte já

o negócio é o seguinte: dezenove não é vinte e assim como são as pessoas são as criaturas.
não adianta bater que ela não vai ouvir e não chore não, ele volta.
não pense que babado é bico, muito menos que o céu é perto.
agora é tarde, ines é marta, morta de cansada.
entonce brau, pisa na fulô e ploft.
NINGUÉM MERECE! ler coisas completamente sem sentido né?
bicho_semsaco.gif confesso: fui mordida, pela primeira vez, pelo “bicho-sem-saco”.
então fica combinado que ficarei ausente até que o desejo/prazer de postar volte.
“eu não estou indo-me embora, só estou preparando a hora, de voltar…” caetano veloso

palisades interstate park

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manhattan ao fundo a partir da washington bridge
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do outro lado do rio é o bronx
há tempos que queríamos conhecer este parque e finalmente no domingo fomos até lá. a área do parque é imensa, são muitos quilômetros beirando o rio hudson e tem várias áreas para pic-nics e marinas com barcos.
agora que já aprendemos o caminho, em breve iremos por lá aproveitar a linda vista e o verde da floresta.
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long beach island

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fomos passar o fim de semana em barnegat light city, numa região chamada long beach island que é essa tripinha acima. a ilha é bem cumprida, mas não tem nem 1 km de largura. já tínahmos ido por lá em 2002, pra casa do sogro de uma amiga do paul que mora em las vegas. foi bem bom, adoro estrada, movimento, ver o mar, megulhar.
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mas a verdade é que essas praias daqui não me animam muito não. minha referência de praia é bem diferente e por mais que eu me esforce pra gostar, sempre acho que ficou faltando alguma coisa… principalmente a cerveja!!!!!!!!!!!! :-)))
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acho o máximo as regras das praias: não pode bebida alcóolica, fazer picnic, nem acender fogo.
não pode cavar buracos fundos na areia, e se o fizer por favor recubra o buraco antes de sair!!
ah e tem mais, paga-se pra ficar na praia. só faltou aquela área de fumante que vi numa outra praia por aqui :-)))
badges.jpg sandals.jpg
esses bottons que eles chamam de badges, são os ingressos. as sandália as pessoas deixam assim, no final da rua onde começa a praia, e eu cá comigo, no ceará se vacilar os oportunistas levam dos pés da gente, imagina abandonar assim…
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gracejimdaniel.jpg lilialighthouse.jpg
eu não sou uma pessoa muito carnívora, e quando estou de frente pro mar, meu desejo é comer peixe, camarão, mexilhões… fico indignada de comer hamburger e hot dogs! NÃO! não gosto de comer isso nem quando tenho preguiça de cozinhar.
sentamos num restaurante, bem perto da praia e quando olhei o cardápio não acreditei: só tinha frituras e sanduiches, pode? claro que pode né, esse é o jeito deles. fui com o paul num mercado de peixes e compramos camarões e claims (um tipo de vongoli) e comemos tomando champanhe pra comemorar nossas bodas de papel.
mas, intolerâncias a parte, o finde foi bem bonzim. legal reencontrar esse casal que agora está com este bebe, daniel, com 10 meses, com quem brinquei bastante.
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saimos de lá no meio da tarde de domingo tentando escapar do engarrafamento, e aproveitamos que estávamos de carro e fomos conhecer um parque que tem bem ao norte de hoboken, palisades interstate park, que começa na altura da washington bridge.
mas isso fica pro próximo post porque a vadia aqui tem que ir trabalhar.