a primeira águia a gente nunca esquece

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Águia (Leo Artese)
Com os olhos da Águia podemos ver com a visão da luz solar clareando a verdade na escuridão da ilusão. Esta visão clara permite-nos ver à distância, para enxergar a nossa própria vida, livre de preconceitos e preocupações. Permite-nos voar longe dos limites dos detalhes, focando as coisas mais importantes, e, desenvolvendo nossos espíritos.
Águias são consideradas um bom augúrio. Elas representam a proteção, sabedoria, abundância, força, espiritualidade. Nativos dizem que quando se está rezando ou fazendo cerimônias, e elas aparecem no ar, significa que as preces serão atendidas. A Águia carrega nossas preces diretamente para o Criador.
Para andar na beleza e celebrar a Sagrada Dança da Vida, alegrar o círculo com a mente e o coração aberto e mover-se na paz com claridade, bondade, e calma. Para andar na beleza e entender o caminho dos relacionamentos e apreciar a beleza que há em nossa volta, a Águia responde:
– Você quer aprender a voar? Você quer ver a Grande Criação, através dos meus olhos? Você quer dançar no vento como eu faço? Os jovens dançam, dando graças por todas as coisas, caminhando nos degraus com o Universo e seu movimento eterno. Os jovens dançam. Dentro deles, em volta deles, a Criação dança no ritmo sagrado, e continua dançando.
Quando a Águia fala, ela fala no caminho, ela fala em movimento. Ela fala de seus olhos, com sua presença, com seu equilíbrio. Ela fala da energia e poder das 4 Direções, do fluxo sagrado. Ela fala da verdade que ecoa em nossos corações e espíritos. E ela fala em andar na beleza.
A Águia é a mestra das alturas, ela mantém um perfeito equilíbrio entre a Terra e o Céu. Representa a energia solar. É o equilíbrio de 3 energias: o Céu simboliza nossa natureza espiritual, a Terra nossa natureza física e o Sol energia de vida. A águia guia e traz equilíbrio e harmonia entre essas tres forças essenciais.
A Águia nos ajuda a ver acima da ignorância, ela é a conexão com o Eu, o Eu Superior. Nativos americanos dizem que ela voa perto do Sol, significando a iluminação do Grande Espírito. Ela ensina a atacar com coragem o medo do novo, do desconhecido, para conhecer novos horizontes, a ir por níveis superiores de consciência. É o simbolo da liberdade.
Podemos evocar a Águia, quando estamos com dificuldades para promover mudanças em nossas vidas, para viajarmos por outras dimensões, para desenvolvimento de poderes xamânicos.
A águia tem sido cultuada e reverenciada por muitos povos há milênios. É incontestável a força do seu simbolismo no inconsciente coletivo da humanidade. Curandeiros e xamãs usam suas penas como um importante instrumento de poder curativo.
Com os olhos da Águia podemos ver com a visão da luz solar clareando a verdade na escuridão da ilusão. Esta visão clara permite-nos ver à distância, para enxergar a nossa própria vida, livre de preconceitos e preocupações. Permite-nos voar longe dos limites dos detalhes, focando as coisas mais importantes, e, desenvolvendo nossos espíritos.
A Águia ensina a ampliar a percepção sobre nós mesmos além dos horizontes visíveis. Na Roda Medicinal é associada ao Poder de Wabun (Espírito Guardião da Direção Leste). Wabun tem o poder dos novos começos, sua estação é a primavera. Marca o renascimento, fazendo as pessoas verem mais claramente, com perspectivas mais amplas.
No cristianismo a Águia é a mensageira celestial, simbolizando a subida das orações a Deus e a descida da Graça Divina aos mortais. Na alquimia é o simbolo da volatização. Na maçonaria é o símbolo da audácia. Para os hindus, foi a Águia quem trouxe a bebida sacramental, o Soma. No Egito a Águia é um emblema real que ficava no peito dos faraós, assegurando-lhes poder, era também Ah e consagrada a Hórus. Entre os gregos e os persas era consagrada ao Sol. Para os gregos era considerada como o emblema sagrado de Zeus. É considerada também como o Leão Alado. Ambos estão associados ao Sol e ao Fogo.

aprendendo a gostar de outras praias

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o amigo/chefe do paul ofecereu o apto dele na praia e lá fomos nós passar o fim de semana em new smyrna beach. no início eu pensei: apto? fazer o que nessas praias daqui que não tem nada a não ser areia e mar, nem uma barraquinha, nem uma cadeirinha? mas de repente virei o botão, pensei que bem podia ser interessante e assim foi.
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diz a byron katie que “não é a realidade que muda. a gente muda o que acredita (não o que quer acreditar) e ai muda a realidade”.
foi só eu mudar a minha crença de que as praias daqui são umas porcarias, que curti foi muito outro jeito de curtir praia.
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comemos fondue na varanda ao som das ondas. acordamos com o dia nascendo ao som das ondas. pedalamos uns bons quilômetros na beira da praia ao som das ondas. tomamos café da manhã no centro do vilarejo. até um bar na praia nós achamos.
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e voltando pra casa, passamos na mesma estradinha onde tiramos as fotos do post abaixo, e achamos essa reunião de pelicanos:
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e por isso resolvemos voltar no fim de semana seguinte de manhã cedo. e ao invés de uma reunião de pelicanos, achamos uma reunião geral dos pássaros “aquáticos”. afe, bonito demais.

passarinhando

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nessa turma tem: garça branca, cabeça-seca, ibis branco, pelicano branco e colhereiro americano.
para amplicar é só clicar na foto
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aqui são cabeça-seca (wood stork), pelicano americano (white american pelican), ibis branco (white ibis) e colhereiro americano (roseate spoonbill)
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saímos de casa às cinco e meia da manhã na intenção de ver muitos pássaros.
foi melhor do que a encomenda :-)

cidade cheia de encantos

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esta foi a quinta vez que fui à san francisco. sempre vamos nesse feriado do thaksgiving pra encontrar a família do paul. desta vez, pela primeira vez, ficamos hospedados na cidade mesmo, na casa daquele amigo que vira e mexa vem me visitar.
o apt fica num dos muitos morros (twin peeks) e tem uma vista linda. subindo um pouco mais a gente vê toda a cidade como na foto acima.
ainda não me encantei ao ponto de querer morar por lá, porque gosto muito de sentir calor e lá não tem como sair de casa de camiseta de alcinha. nunca. mas curti bem mais a cidade e conheci muitos outros encantos.
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além da beleza, gosto muito do jeito menos careta do povo na rua. gosto mais ainda dos barzinhos, restaurantes, padarias francesas e cafeterias. bem bom. coisas que tinha em nyc e hoboken e faz falta.
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parêntese: desde que cheguei que peguei corda e tou completamente na onda da viagem pro brasil na semana que vem. então vou publicar esse bocadinho agora e quando eu sentar aqui de novo boto mais foto e conversa fiada :-))

borboletando

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mudar pra cá, mais ao sul, mudou um bocado meu estilo de vida, e a vida online tá bem reduzida.
eu gosto de muito de rotinas, principalmente porque basta querer mudar pra criar outra rotina na hora que quer.
e esses últimos dias estou sem rotina nenhuma. bom demais mas confesso que o tal “transtorno de défic de atenção” piora um pouco. fico que nem uma borboleta, pulando de flor em flor sem muita programação :-)
mas vou já ali fazer uma listinha de coisas porque daqui exatamente 30 dias estarei voando pro meu ceará. e, antes disso ainda tem uma viagem pra san francisco no feriado do thanksgiving. é bom porque me lembro dos meus velhos tempos de “fazer trocentas coisas ao mesmo tempo”. uma vez no ano eu topo com muito prazer só pra sentir o gosto da lilia-elétrica de novo.
ah, e o halloween? grrrrrrrrrrrr. tão somente duas almas penadas vieram fazer trick or treat. pode? bom, eu e o paul nos divertimos tomando vinho sentados na varadinha da frente pela primeira vez, inaugurando uma cadeira de balanço comprada 1 mes atrás :-)

só lembrando que…

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pra elas saírem voando lépidas e fagueiras,
antes ficaram um tempão atravessando um buraquinho pra sair do casulo…
não que eu ache que tenha-se que sofrer pra conseguir o que se quer…
mas há sempre “um tempo” pra tudo se encaixar.
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pois então que a pressa desapareça e que serenidade “se achegue” e faça moradia em nós.
que o “ser feliz” não espere pelo “lado de fora”
que o sorrir seja constante “apesar de…”
e que o amor teime em achar espaço pra sair fluindo e transbordando.

amém!