“a outra viagem que não cessa…”

voltei. chegar de verdade, ainda não. a terra rodou mais lenta hoje. mentira. eu estava completamente lesma. ou tartaruga, à vossa escolha. não me deixe uma noite sem dormir que as consequências são imediatas. achei que ter dentista às duas da tarde ia me fazer chegar de verdade. nada mais real do que boca aberta com dentista futricando. saio correndo. a leseira era tanta que esqueci da hora. era bem perto de casa. chego às três-pras-duas, sem ter encontrado o nome do dentista. deus é pai. my name is lilia. i have an appointment at 2pm. nope. your husband canceled. hãmmmm? fiquei 43 segundos com cara de paisagem. estranho, ontem no avião ele me lembrou da consulta. ok. fazer o que? volta pra casa. de-va-ga-ri-nho.
talvez o efeito de retardada não seja só pela poucas horas dormidas. tem coisas que deixam a gente fora do ar. ou melhor, viajando sem parar. mesmo que a outra viagem já tenha acabado, a viagem continua.
voces devem tá perguntando que droga de droga foi essa que eu tomei… ei-la:

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achei na internet uma foto que mostra melhor o lake louise

vou ali desfazer a mala e mais tarde eu conto mais.
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bom feriado procês!

show de impermanência

é incrível a quantidade de “eventos” que acontecem através da grande porta de vidro que tenho na sala. eu fico sentada aqui de frente pra esta paisagem, contemplando e me deliciando com o movimento lá fora.

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o sol nasce. rasga nuvens. em segundos muda as cores do céu. muda a cor da água. pássaros vão e voltam. cantam. as cigarras acordam e cantam sem parar. o(s) esquilo(s) aparece. as nuvens passam ou nem se atrevem a chegar, quando o sol é mais rei. e me atrapalha a ver a tela. então vou olhar os “milagrinhos” nas plantas. todo dia tem flor nova. folha nova. filhotinhos brotando.
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o beija-flor vem, baila, vai em tudo o que é vermelho e se alimenta do nectar da flôr do hibiscus ou da água com açucar colorida. tenta o artesanato cearense, se toca que ali não tem comida. interessante é que as vezes “ele” vem mas outro vem atrás e carrega ele pra longe. num sei se brigam ou se amam. só sei que é bem bonito o “pas de deux”.
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gaivotas passeiam pra lá e pra cá. no inverno tinha cisnes desfilando serenamente. patos grasnam, nadam e voam. hoje um pássaro sentou na grade. e lá ficou por alguns segundos. passam barcos. a remo, motor e velas. passa gente sozinha lá em baixo. passa gente com cachoros. muita gente com cachorros. passa o vento que move as folhas das plantas, muda o jeito da água e a abana a bandeira. chegam nuvens cor de chumbo. muda a cor da água, muda a cor de tudo. as vezes chove.
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o sol vai andando, ou melhor, a terra roda. roda tanto que a luz vai pro outro lado. e ai ilumina só os barcos. nessa hora quando “a terra cora”, a dança é das borboletas. de repente escurece. é a hora dos mosquitos. e se sua carne for doce, é voce quem dança. escurece mais ainda e eles também se vão. eu fico me perguntando onde “todo mundo dorme”. tem dias com lua e o movimento continua.
e assim todo dia, nada igual. lição feita. lição aprendida: diz que não se entra no mesmo rio duas vezes. nem se voa no mesmo céu. permanente mesmo só minha teimosia.

era uma vez…

uma árvore.
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é estranho ver derrubar – na verdade cortar com uma moto-serra e fatiar assim, feito banana em rodinhas. mas ela ficou prejudicada depois da última tempestade. então melhor assim do que correr o risco dela cair em cima de alguém.
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fiquei com pena dela, mas confesso que gostei porque ganhei mais vista bonita.
ótimo fim de semana pra nós!

curtas

setinha.gif tenho recebido visitas de beija-flor na varanda. eles não cantam(?), mas o balé que fazem é lindo demais. a visita é muita rápida e ainda não consegui fazer foto deles.
setinha.gif tem um esquilo, atrevido e destemido, que teima em vir na varanda. ele num tá nem ai pros meus gritos de “sai! sai!” se não vou perto dele, fica lá olhando pra mim como quem diz: que foi?
já fui mais apaixonada por eles, e não tenho nada contra, mas num quero ele bagunçando e quebrando meus jarrinhos de suculentas. me intriga porque a maioria deles que encontro pelo caminho, se assusta e sobe rápido nas árvoves. mas esse visitante assíduo tá pouco ligando pra mim. búuuuuuuuuuu pra ele.

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setinha.gif ontem pela manhã tive que aguentar o barulho da motoserra cortando a tal da árvore que caiu. à noite fiquei surpresa quando vi que ainda estava lá no jardim. pois agora à tarde a motoserra voltou acompanhada de uma geringonça que tritura os galhos e joga o pó na caçamba de um caminhão. deve cair muita árvore por aqui pra ter uma máquina de fazer isso. eu heim?

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setinha.gif achei essa foto acima, sem querer. me lembrei desse texto que fala da “arte de ver”.
setinha.gif eu nunca pesquei. amanhã vamos pra “harpers ferry” com a cyn e o brandon, que sempre vão lá pescar. vamos dormir por lá e conhecer essa região serrana. segunda eu conto “de um tudo”.

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bom fim de semana pra nós.

sábado delícia

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ontem sexta às 7 da noite: meu paul chegou em casa, foi direto na geladeira, pegou duas cervejas e “ordenou”: vem! eu que sou a pessoa mais obediente que existe, me levantei e o segui. nada demais, ele adivinhou que eu tinha passado o dia todo na frente do computador e me levou pra sentar no jardim do condimínio e ficar lá namorando.
um barco-taxi passou e ele comentou que ainda num tinha andando de barco por aqui.
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hoje sábado pela manhã: mais uma vez dei uma olhada em alugueis de barco, mas botei o rabinho entre as pernas ($350 por 4 horas)… dai sugeri que a gente fosse no sandy point park, mas estranhei querer ir lá porque sabia que ia tá cheinho de gente fazendo pic-nic, na minúscula praia à beira da baía. me deixei levar. botei o maiô e lá fomos nós.
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tivemos uma surpresa maravilhosa! logo ao chegar vi uma placa: “aluguel de barcos” e fomos lá sem nem pestanejar. era uma lancha bem simplesinha e bem baratinha. rapidamente estavámos no meio da baía parecendo duas crianças radiantes! iuruuuuuuuuuu.
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paramos nessa prainha deserta pra fazer nosso pic-nic e tomar banho na baía.
assim foi um delicioso sábado. eu que sou a rainha da programação, adorei o inusitado, e mais ainda ter me deixado levar pela intuição.
update: e à noite ainda teve essa lua de presente… espia como melhorei:
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e nem li o manual e nem comprei tripé. botei uma mesinha em cima da mesa e depois um banquinho e fui virando o botão e experimentando… pronto! hihihi.
uma ótima semana prá nós!

o lago, a queda e o blog que não funcionava

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o lago digamos que é bonitinho. podia ser mais bem cuidado ao redor dele. e a trilha… hum… decepcionante, comparando com as outras trilhas que andamos.
e aí, que a mocinha aqui teve um ataque de “mal-criação”. num sei se pela decepção com o lugar, ou simplesmente porque às vezes tenho esses rompantes idiotas. (dizem as “astrológicas” que isso é coisa de urano que rege os aquarianos. será?)
lembram aquele comercial da parmalat que dizia: tomou? pois é, tomei, uma bela queda da bicicleta.
morri de rir do post dela, manguei como diz o cearense, e agora quem tá com o joelho esfolado sou eu. bem feito, quem mandou ser “mal-criada”? (quero ressalvar que dona albany, minha adorável mãe, me criou bem direitinho, eu que num assimilei tá?).
só sei que cometi a estupidez de frear a bicicleta com toda a “raiva” do mundo depois que meu paul falou alguma coisa que não gostei. imaginem aí a mocinha-mal-criada voando por cima da bike. tsc tsc tsc.
sabe aquela cara de quem faz merda e reconhece que fez?
bom, a culpa eu decidi deixar no lago. que fique por lá porque o joelho prejudicado e o pneu da bicicleta empenado já são castigos suficientes.
ah o pulso? ficou bom. ainda bem, uma coisa a cada vez.
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a página de edição do blog e os comentários não funcionaram ontem o dia todo. não faço idéia do que houve. a cada vez que tentava abri-los recebia uma mensagem de erro. mandei e-mail pro pessoal do servidor mas não tive retorno. hoje pela amanhã, aparentemente, voltou ao normal.
posso dizer que tive uma verdadeira seBunda-feira, com o corpo doído e com gosto de cabo de guarda-chuva na boca.
e pro post não terminar asim, tão bunda, dedico as fotos abaixo a adorável amiga.
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qualquer coisa que eu diga, não serei poupada dos xingamentos dela. se eu mentir e disser que comi muitosssss ela vai me trucidar. e se eu disser a verdade, que não comi nenhum porque não consigo pagar $50 por eles, ela vai me mandar pra todos aqueles lugares maravilhosos. então só me resta relaxar, esperar e gargalhar pra compensar o dia de ontem.

o pulso e o taxi

fiz o update com as fotos. quando voltar da pedalada que famos fazer lá em bethesda, faço um update “do no nome da flôr”. o pulso tá melhor, agradecida!
e hoje já é sexta-feira de novo. oba.
será que o tempo passa mais rápido no verão do que no inverno? pelo menos é a sensação que eu tenho.
quando a gente fica mais ativo o tempo voa. no inverno eu hiberno, literalmente. até dentro de casa sou lenta pra fazer as coisas. ir pra rua só mesmo quando não tem outro jeito. em compensação quando o clima esquenta não páro quieta. até o cérebro fica alterado e a velocidade do pensamento aumenta.
num sei se andei escrevendo demais ou se foi o efeito acumulativo, mas o fato é que o meu pulso esquerdo está revoltado desde de quarta-feira. deus me livre que seja o tal do LER (lesão por esforço repetitivo). estou usando um tensor, diminí as digitações e quando digito tem sido só com a mão direita. (saco viu?) conclusão: não estou respondendo os e-mails nem comentando os blogs que visito. mas o vício é medonho e aqui estou 🙂

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water taxi – barco taxi
annapolis tem um barco-taxi do centro pra alguns braços do rio. o condomínio, muito bonzinho, dá dois ticket por semana pra cada morador. essa semana eles mandaram correspondência avisando que já estavam disponíveis (só funciona no verão). mais do que depressa fui lá pegar os meus.
[parei aqui pra procurar a câmera e transferir as fotos que fiz ontem… paul acabou de me dizer que está no carro. então não tem foto hoje, só amanhã. snif]
o serviço funciona assim: o barco sai do centro toda hora em ponto, das 10 da manhã às 8 da noite. leva uns 20 min pra chegar aqui e mais outros 20 pra chegar lá. a gente liga e eles vem. mas tem um porém: se só tiver um passageiro, esse paga por três, pode? aqui tudo pode. quando soube disso, voltei no escritório do condomínio e peguei os tickets do paul.
ontem lá fui eu, toda crente, pro centro de barco taxi. e tive sorte, o barco chegou aqui pra me pegar com um casal, então só usei um ticket. vou virar frequesa porque foi bem legal. pra quem gosta de água é uma delícia e a paisagem é bem bonita.
por hoje é só. se eu parar em casa amanhã, posto as fotos que fiz do barco.
que tenhamos um ótimo fim de semana e que eu saia desse computador pro pulso melhorar.

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esperando o taxi
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esse céu abaixo parecia algodão doce 🙂
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eu num era assim não!

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consulta com a dra. ginecologista às 3 da tarde. penso em ir de ônibus. desisto porque só passa 1 por hora. ligo e peço um taxi. pego o dinheiro pouco que o paul deixou pra mim e boto na carteira. certa de que estava juntando com outro dindin que tava lá.
chego no consultório. preencho formulário. assistente chama logo. mede a minha pressão e me pesa. me pergunta quanto eu meço e eu respondo que num sei direito, que só sei que é menos de 5 pés. digo que só sei em metro. ela me bota numa sala, diz preu tirar a roupa e esperar a dra. tinha uma coisa dobrada em cima da cama e eu achei que fosse uma bata de papel. não era. era um “lençol de papel”. achei estranho, mas lá fiquei enrolada nisso, deitada na cama. e nada da dra. vir. passado uma ruma de tempo, me levanto e vou ler minha revista sentada na cadeira. enrolada só com o papel. mais tempo passou até que resolvi abrir a porta e perguntar cade a dra. a dra aparece e se surpreende ao me ver naqueles trajes. abre gavetas e não acha nenhuma bata. sai da sala e volta com uma. consulta normal. ela é até simpática e paciente, com a paciente. termina e eu saio. pago o que tenho que pagar com o cartão de débito. saio do prédio e vou andando em direção a parada do ônibus. antes de chegar sinto que ta faltando alguma coisa: o sutian. rio sozinha e volto ao consultório. as moças por trás do balcão riem da minha cara quando explico o motivo do meu retorno. peitos devidamente acomodados, vou para a parada. lá pergunto à um moço se o ônibus demora. ele diz que não. abro a carteira pra tirar 1 dolar e me deparo com o vazio. nem um centavo na bolsa. nadica de nada. o ônibus chega e o motorista fica olhando pra mim como quem pergunta: vai ou num vai. eu digo que num tenho dindin na esperança que ele me leve. [na américa do norte, nada é “de grátis”]. ele fecha a porta e eu fico olhando ele seguir em frente.
eu num era assim não. eu num esquecia sutian. eu num saia de casa sem olhar direitinho quanto eu tinha na carteira. eu num ficava calma e tranquila se o motorista num me levasse. eu ia ficar muito aborrecida comigo por este vacilo.
bah, como dizem os gaúchos. estou agradecida por não ser mais a mesma. tou rindo até agora da bobeira.
bom fim de semana pra nós!
ok, voces venceram. chegar em casa foi fácil e besta, por isso num contei. ai se eu fosse jovem ana lúcia, teria pedido uma carona na boa. mas as coxas da vadia só tá dando pro gasto hahaha.
bom, ia chamar o mesmo taxi que me levou, mas passou um pra deixar um passageiro e voltou pra me pegar. dai paramos num caixa eletrônico preu tirar dinheiro e pronto. simples.
agora voces aí. parem com essa estória de alemão viu? sai pra lá jacaré. uma vadia ativa que nem eu.. nammmmm.

a vida online tá atrasada. é fato.
a caixa de e-mail grita por mim e aos poucos respondo.
não vejo a hora de botar as visitas em dia, sem pressa, porque já não mais corro, muito menos por prazer. me aguardem!!

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hoje tem uma feira de usados no condomíno.
sabe menino pequeno quando vai passear no parque de diversões? pois é assim que a xepa-lilia fica numa feira de cacarecos. lá vou eu, brincar-de-vender o que ta sobrando dentro de casa. mais tarde eu volto com imagens.
bom fim de semana prá nós!
update:

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pra falar a verdade o flea market foi bem fuleiro. éramos poucos vendendo e poucos comprando, massssssssssssssssssssss, quando a gente quer, tudo vira diversão.
o apurado foi até legal: vendemos uma mesa de centro, algumas roupas e vários cd’s. claro que eu comprei umas coisinhas né? mas nem vale a pena mostrar: uma bolsa vermelha novinha com etiqueta, uma xícara de café metida a antiga, um copinho de licor e um banco[*] alto pro balcão da cozinha.
[*] psicólogas de plantão: alguém explica uma pessoa gostar bem muito de banco? ok que minha estatura-mediana num chega a um metro e meio, e nada melhor do que um banco pra alcançar as alturas.
sempre foi difícil armar uma rede sem a ajuda de um tamborete. mas eu tenho mesmo é paixão por bancos e em fortaleza eu tinha uma coleção deles. de todo tamanho e modelo. minha amiga clarisse foi quem herdou um bocado e eu morro de saudade!!. banco tem muita serventia: bota uma bandeja em cima e já virou uma mesa; bota do lado e vira um apoio pro cinzeiro ou pro copo; chegou mais gente, o banco é sempre melhor pra acomodar na mesa cheia. tá bom, expliquei minha neura.
mas o “problema” é que já faz mais de três anos que moro aqui e até agora só consegui comprar quatro bancos. porque eu, xepa-lilia, jamais pagarei 35/40 dólares por um simples banco de madeira. nammmmmmmm.
então voces já sabem, é muito fácil me agradar: é so comprar um banco na feira e mandar 🙂
tá bom de papo furado por hoje né?

mais um relato de fim de semana

sábado: amanheceu chovendo e assim ficou o dia todo. quem adora chuva no fim de semana são os shoppings centers. fui fazer exame de vista e por aqui os “oculistas” trabalham nas óticas. eu era mais uma dentro do shopping.
idade + computador-o-dia-todo = nem vendo! tava cansada de espremer meus olhos pra ler letra miúda, com os óculos. de 1.75 foi pra 2.25. eita. e quando chegar nos 60? lupa 🙂 e aí eu disse pro doutor meio envergonhada: faz mais de três anos que tou usando esses óculos comprados-prontos. e ele disse: tem problema naum. pode ir na farmácia comprar um com esse grau que tudo bem.
heimmmmm? como assim? e a qualidade da lente não importa? e o tal do eixo, etc? sei naum viu… por via das dúvidas mandei fazer um na ótica (o plano de saúde paga as lentes e uma boa parte da armação) e comprarei um de farmácia de reserva. daqui pra frente vou ver “de um tudo”. de perto. pra ver de longe tira o bicho. já que passo a maior parte do tempo no computador mesmo, não quis saber progressivas. comprei uma correntinha daquelas de veinha e pronto!
domingo: o dia amanheceu cinza mas aos poucos o sol foi criando marra, afastando as nuvens e antes das 10 ele reinava. ficamos em casa pela manhã e à tarde fizemos uma longa caminhada pelas ruas de annapolis. a cidade tava bem animada, cheia de turistas em downtown. e eu só clicando quando via árvores floridas e flores nos jardins.

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lacrosse.jpg os esportes estão me perseguindo. andando pela academia naval (há tempo que é pra fazer um post sobre isso e nunca fiz… ) tava tendo um jogo de lacrosse. huh? gente, desculpa a ignorância, mas eu mesminha nunca ouvi falar nesse esporte. posso até já ter visto em algum filme e minha memória me trai. sentamos e ficamos vendo um pedaço. me pareceu bem fácil de entender. digamos que uns caçadores de borboletas resolveram caçar bolinha, daí eles (acho que são 11 de cada lado que nem futebol) correm com uma vara que tem uma cestinha na ponta, tentando botar a bola no “gol”. voltei pra casa com mais esse pra minha coleção hehehe

uma boa semana pra nós!