
essa menininha linda é a angelica, filha de uma amiga cearense que mora em newark, new jersey. semana passada eles vieram e ficaram três dias por aqui. é uma delícia ver a alegria de uma criança brincando no meio dos pássaros e esquilos. foi bem legal.


espia aí as peripécias do zezim. antes ele vinha por cima nos galhos da árvore. dai eu baixei o feeder e agora ele pula um pouco mais de um metro e fica agarrado assim pra comer as sementes de girassol. inventam mil diferentes feeders a-prova-de-esquilo mas parece que eles sempre acabam ganhando a batalha. agradecida zezim, pela lição de determinação e persistência viu? hehehe

hoje à noite chega a irmã do paul que mora no canadá com uma filha. então lá vou eu limpar a casa e fazer comidinhas pra recebê-las. eu até gosto de ter hóspedes, dá um trabalhim mas acaba sendo prazeroso.
aquela saudade passarinhou. bateu asas e vôou.
é interessante constatar que, se a gente não interfere, não se intromete com os sentimentos, eles vêm, ficam por ali mas se não damos muito atenção pra eles, eles passam. aceitar e observar faz com que eles não se sintam muito à vontade de se instalar. ficam o tempo “necessário” e vôam, deixando um alívio bommmmmmmmmm.
então tá combinado. hoje ainda é quinta, mas como sei que não ficarei muito perto desta tela, deixo desejos de um bom e belo fim de semana pra nós!
paz e bem!





“…E para quem acha que só existe um jeito de se casar – o nosso – surpresa: o casamento, tal como a gente conhece hoje, não existe até algum período do século 18. É o que diz o sociólogo Philippe Ariés, francês e um dos autores do livro Sexualités Occidentales. Interessantíssimo, por sinal. É lá que aprendo que até o século 9, a função do padre resumia-se a abençoar o leito nupcial, para garantir a fecundidade da “semente” do casal. Antes disso, a cena de um casamento seria mais ou menos assim: estamos na casa da moça, onde alguns parentes ou amigos aguardam. O pai da noiva convida o futuro genro para sentar-se e oferecer a ela uma taça de vinho. Maria, a noiva, bebe em silêncio. Talvez o próprio pai, talvez um tio, irmão de sua mãe convida: “Dá de beber ao teu noivo, João, como sinal de união”. Ela obedece e leva a taça aos lábios do felizardo João, que então anuncia: “Eu beijo Maria, como sinal de união”. Eles se dão as mãos e se beijam. Os presentes festejam, gritando, “eles estão casados! E que todos bebam à saúde dos dois”… Um beijo, um gole de vinho, gente querida em volta… quer coisa mais simples? 

eu tou longe de ser uma boa cozinheira e não gosto de ficar “pastorando” o fogão. comida muito cheia de procedimentos e ingredientes não é comigo. por isso adoreeeeeeei esse “rosted vegetables” que fica delicioso e a única coisa a fazer é cortar os legumes/verduras:
INNSBRUCK – Beber cerveja pode atuar beneficamente em processos inflamatórios e em algumas doenças crônicas, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira pela faculdade de Medicina da Universidade de Innsbruck, na Áustria.