agorinha o mr. detulio está fazendo a mudança dele. o caminhão ta na porta e uma chuva grossa cai sem piedade, o que deve atrasar um pouco.
assim que ele sair, vou lá limpar pra depois começar a levar as coisas.
eu aqui, vadiando no computador.
fazer uma mudança assim, só descendo dois andares, é muito legal. tou bem traquila, não preciso embalar tudo e muito menos encaixotar de verdade.
as gavetas vão do jeito que estão. os cabides de roupas, é só levar e pendurar no armário de lá, e temos o fim de semana todo pra nos instalarmos de verdade. só sei que hoje a noite tomo minha primeira cerveja na varanda 🙂
update:
agora lá vou eu me tranformar em super-benedita e limpar tudo por lá. inte daqui a pouco!
update II:
brochei. não fiz quase nada a tarde toda. a chuva acabou com meu tesão e agorinha fui olhar a previsão do tempo %$@#&*^@&%!!!!

meu eu paul tá chegando, vamos ver se “unidos venceremos” esse tempo.
os planos de curtir a varanda, pelo visto, só depois de quarta-feira.
a vida é mesmo assim.
update III – sábado a noite: a chuva parou, graças!!!
a bagunça tá marromeno e já vamos dormir na casa nova hoje. conseguimos tomar uma merecida cerveja e comer uns tira-gostos na varanda. obrigadaaaaaa senhorrrrrrr, grata estou!!
se o tempo deixar faremos nosso primeiro churrasco amanhã. ebaaaaa.
um ótimo domingo pra nós!
voce decide

EXISTEM 3 MANEIRAS DE SE CHEGAR AO TOPO DE UMA ARVORE:
1 – SUBIR NELA;
2 – SENTAR EM CIMA DA SEMENTE;
3 – FICAR AMIGO DE UM GRANDE PASSARO.
(Robert Maidment)
dando o ar da graça
“Meus amigos são todos assim:
metade loucura, outra metade sanidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila,
que tem que ter brilho questionador
e tonalidade inquietante.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e
agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Louco que senta e espera a chegada da lua cheia.
Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças
e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou o colo,
quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim:
metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Pena, não tenho nem de mim mesmo
e risada só ofereço ao acaso.
Quero amigos sérios, daqueles que
fazem da realidade sua fonte de aprendizagem,
mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto,
e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou,
pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios,
crianças e velhos, nunca me esquecerei
de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.”
(Marcos Lara Resende)
diz que hoje é o dia do amigo.
mais do que pai, mãe, namorado, dia do amigo é que devia ser todo santo-dia.
eu não viveria sem os meus. seria só uma sobrevivência tola, sem gosto, sem chão, sem céu e sem estrelas.
jamais abandonarei este blog que foi e é fonte de muitas novas amizades.
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p.s. quando fui fazer este post vi que o post anterior era o de número 404. terá sido um erro??? hihihi

inte já
o negócio é o seguinte: dezenove não é vinte e assim como são as pessoas são as criaturas.
não adianta bater que ela não vai ouvir e não chore não, ele volta.
não pense que babado é bico, muito menos que o céu é perto.
agora é tarde, ines é marta, morta de cansada.
entonce brau, pisa na fulô e ploft.
NINGUÉM MERECE! ler coisas completamente sem sentido né?
confesso: fui mordida, pela primeira vez, pelo “bicho-sem-saco”.
então fica combinado que ficarei ausente até que o desejo/prazer de postar volte.
“eu não estou indo-me embora, só estou preparando a hora, de voltar…” caetano veloso
palisades interstate park

manhattan ao fundo a partir da washington bridge


do outro lado do rio é o bronx
há tempos que queríamos conhecer este parque e finalmente no domingo fomos até lá. a área do parque é imensa, são muitos quilômetros beirando o rio hudson e tem várias áreas para pic-nics e marinas com barcos.
agora que já aprendemos o caminho, em breve iremos por lá aproveitar a linda vista e o verde da floresta.

bikeless

roubaram nossas bikes no fim de semana, quando estávamos fora. que raiva que eu tenho quando sou roubada. mas, como disse uma amiga: vão-se as bikes, ficam as pernas.
long beach island

fomos passar o fim de semana em barnegat light city, numa região chamada long beach island que é essa tripinha acima. a ilha é bem cumprida, mas não tem nem 1 km de largura. já tínahmos ido por lá em 2002, pra casa do sogro de uma amiga do paul que mora em las vegas. foi bem bom, adoro estrada, movimento, ver o mar, megulhar.

mas a verdade é que essas praias daqui não me animam muito não. minha referência de praia é bem diferente e por mais que eu me esforce pra gostar, sempre acho que ficou faltando alguma coisa… principalmente a cerveja!!!!!!!!!!!! :-)))

acho o máximo as regras das praias: não pode bebida alcóolica, fazer picnic, nem acender fogo.
não pode cavar buracos fundos na areia, e se o fizer por favor recubra o buraco antes de sair!!
ah e tem mais, paga-se pra ficar na praia. só faltou aquela área de fumante que vi numa outra praia por aqui :-)))

esses bottons que eles chamam de badges, são os ingressos. as sandália as pessoas deixam assim, no final da rua onde começa a praia, e eu cá comigo, no ceará se vacilar os oportunistas levam dos pés da gente, imagina abandonar assim…


eu não sou uma pessoa muito carnívora, e quando estou de frente pro mar, meu desejo é comer peixe, camarão, mexilhões… fico indignada de comer hamburger e hot dogs! NÃO! não gosto de comer isso nem quando tenho preguiça de cozinhar.
sentamos num restaurante, bem perto da praia e quando olhei o cardápio não acreditei: só tinha frituras e sanduiches, pode? claro que pode né, esse é o jeito deles. fui com o paul num mercado de peixes e compramos camarões e claims (um tipo de vongoli) e comemos tomando champanhe pra comemorar nossas bodas de papel.
mas, intolerâncias a parte, o finde foi bem bonzim. legal reencontrar esse casal que agora está com este bebe, daniel, com 10 meses, com quem brinquei bastante.

saimos de lá no meio da tarde de domingo tentando escapar do engarrafamento, e aproveitamos que estávamos de carro e fomos conhecer um parque que tem bem ao norte de hoboken, palisades interstate park, que começa na altura da washington bridge.
mas isso fica pro próximo post porque a vadia aqui tem que ir trabalhar.
bodas de papel
na tarde do dia 10 de julho de 2003, lilia avelar barbosa lima casou com paul s. saint-pierre, no city hall, em nyc. não teve convidados, não teve festa, e quase não tinha vestido branco novo nem alianças. parece coisa de gente sem juízo. mas é porque, primeiro, eu nunca sonhei com casamento, pompas, igreja, etc. aliás achava que num ia casar nunquinha. segundo porque o paul já foi casado uma vez e também não se liga muito nessas coisas. terceiro, foi tudo de última hora porque estávamos esperando o divórcio dele sair, meu visto de permanência estava expirando, e tínhamos que correr pra casar.
mas nada disso tem importância. o que importa é que eu abri meu coração, me desaRmei e aqui estou vivendo este amor. são dois anos e meio vivendo juntos, e até agora o paul tem me aguentado com sorrisos e paciência. até agora o respeito fez moradia, a harmonia tem vencido as festas hormonais e eu tenho conseguido, só deus sabe como, ser uma menina boazinha. [ tem um amigo, que quando soube que o paul era sobrevivente dos ataques às torres, disse assim: “oh vantagem, escapar das torres e cair em cima de ti” hahaha ]
por outro lado, homem é diferente mesmo de mulher e não adianta a gente querer mudá-los. melhor aceitar logo umas coisas, tratar de negociar umas outras e fazer acordos.
por exemplo: aqui em casa só quem tem direito a reclamar e ser ranzinza sou, porque deus errou em mim, o botão da reclamação não tem a opção do desliga. nasceu quebrado! e também não se pode ter duas pessoas assim na mesma casa, o jeito é dar o direito só pra pessoa que nasceu defeituosa. (hihihi) já o paul tem o direito de trabalhar todo dia, e eu, todo o direito do mundo de vadiar.
agora falando sério. não digo que devia ter me casado há mais tempo porque isso não era possível, não tinha espaço pra mais ninguém na minha vida. mas confesso que tenho sido muito feliz ao lado do "meu paul" que é uma pessoa muito especial, e que eu amo bem muito.
e antes que isso aqui fique muito piegas, eu vou ali arrumar a mala pra ir comemorar estas bodas de frente pro mar. tin tin!

p.s. um ótimo fim de semana pra nós.
update: cheguei!! super agradecida por todas as palavras de carinhos e desejos sinceros vindos de voces!!! estou saindo correndo agora pro meu primeiro dia de trabalho. na volta eu conto como foi o fim de semana. muitos beijos proces e inté mais tarde!
portas versão II
na minha casa, portas e janelas
estao sempre abertas.
deixo-as assim pra que o vento entre cantando,
suave.

[ p.s.: algumas fotos estão bem tortinhas e eu juro por “tudo em quanto é santo” que eu nao tava bebada. é que tinha que botar a camera acima da cabeça pra conseguir fotografar só as portas, ou enão ir pro meio da rua e me arriscar a morrer atropelada. optei pela primeira 🙂 ]
Quando chegar, não bata à porta:
Ela está aberta e sem trinco.
Tampouco pergunte se tem alguém em casa…
Mesmo parecendo vazia,
pode estar cheia de invisíveis…
Quando sentir vontade de sair,
Não bata a porta…
Para quem escancara a própria porta,
qualquer barulho é ensurdecedor…
Claudia Letti
a preguiça passou, foi-se embora. desde de ontem que tou numa energia medonha.
caminhei hoje cedo, e fui pra manhattan às 8h30. andei umas boas quadras até chegar onde devia. voltei caminhando também e entrei em algumas lojas, teimosamente, pra ver se achava um maiô. sem chance. impressionante como eles cobrem a bunda toda e deixa o corpo da gente deformado!!!! até os de criança não deram certo. mas também, como é que vai pro brasil e num compra? bem feito, pra deixar de ser abestada.
peguei meu trem de volta pra hoboken, comprei umas comidinhas pra fazer um jantar de vergonha [ultimamente só tem rolado lanchinhos diet por aqui] e vim pro computador. mas de repente resolvi ir pedalar e colher umas imagens.
aqui estão estas pérolas de jardins de patrióticos pra voces se divertirem enquanto eu faço uma montagem das outras fotos.

a dona deste jardim estava na esquina conversando com uma amiga, e quando me viu, ficou toda serelepe e foi ajeitar umas bandeirinhas pra foto sair melhor. (sic!)

já esta daqui, estava estacionando o carro. saiu mais que ligeiro, aquela coisa enorme de gorda e disse bem antipática: “can i help you?”, e eu respondi: i just want take a pic, it is so nice! (hohoho).
tá certo que falta patriotismo em nós brasileiros, mas desse modelo aí eu arrisco dizer são bushentos com certeza!!!