passeando em boston

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esses anjinhos me deram um ótimo exemplo: a cabeça cheia de merda mas eles não estão nem aí. os pombos a despejarem dejetos e eles tranquilos, achando a vida bela.
diz que na vida só 10% são fatos. 90% são as consequências de como você reaje aos fatos. haja visto os anjinhos acima :-))
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há tempos que queria conhecer boston e aqui estou de enxirida. meu paul veio pra uma conferência e eu vim à tira-colo.
ontem tive duas belas experiências: a primeira foi rever uma grande amiga dos tempos de adolescente que mora aqui há 10 anos e eu não fazia ideia por onde ela andava. ano passado nos achamos e desde então que nos falamos por telefone. ontem passamos o dia juntas perambulando e tagarelando. ô coisa boa viu?
a segunda foi na linha “uma vadia tabaréu num spa chic em boston”. pois é, resolvi assim na lata entrar num spa pra fazer uma limpeza de pele. (é meus amigos, quando a gente decide que merece tudo bom, tudo-de-bom a gente tem.) tinha hora vaga pra dali meia hora e eu topei na hora. me levaram pro vestiario e me disseram o que eu tinha direito. me vesti com um robe que bateu nos meus pés (quem manda ter 1m48cm????) e como tinha tempo, fui fazer sauna. depois um bom banho, robe super-longo e fui pra sala de espera. chás, sucos e algumas muheres conversando sobre amenidades. rapidinho me chamaram e lá fui eu ser bem tratada com massaagens e cuidados. hummmmm, pirua tá difícil de eu vir a ser, mas bons tratos eu quero é mais :-)))
fico por aqui até sábado e volto logo com mais imagens.
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e por falar em coisa boa, domingo passado a Íngrid foi lá em casa com o marido Yoav e a linda Laura. oha só a carinha de pura beleza dela:
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bebemos, comemos e alegramos nossos corações. bom demais. agradecida viu?

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annapolis_orlandotrip_carroplantas.jpg resolvemos fazer essa viagem pra poder trazer logo um carro e algumas plantinhas, já que as empresas de mudança não aceitam transportar planta nem o estado da flórida aceita a entrada de plantas sem inspeção.
foram 1600km de diversão e novas paisagens. a estrada que atravessa virginia, carolina do norte e carolina do sul não tinha grandes coisas no caminho e não queríamos desviar demais. então seguimos essa primeira parte sem muitas belezas. a não ser esse lindo nascer do sol, presente logo no ínico da viagem:

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no final da tarde chegamos em savanah, uma cidade antiga na georgia.
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liliaingridlaura_annapolis_orlandotrip.jpg a cidade é bem interessante, cheia de praças com árvores (carvalho) bem antigas. ficamos pra dormir e no dia seguinte pegamos o rumo de jacksonville pra visitar a querida Ingrid. finalmemte nos conhecemos! a gente se fala e se escreve há mais de dois anos e foi bom demais esse encontro real, com abraços e olhos nos olhos. fiquei super feliz, até porque ela é do meu tamanho, coisa rara nesse mundo de gente grande :-))
super agradecida pelo almoço, amiga. adorei te ver e conhecer a linda Laura. agora eu sei do seu sorriso e jeito de menina matreira. valeu!
de jacksonville pra orlando foram mais 4 horas de viagem porque pegamos a estrada que vai pela costa. passamos rapidinho por st. agostinho, outra cidadezinha antiga, mas nem paramos porque queríamos chegar logo em casa.
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pra fechar a viagem, recebi esse pássaros de presente. ele simplesmente ficou posando e eu adorando. muito bem boazinha demais essa viagem. mas a viagem que quero agora é brincar de casinha, de novo! depois eu volto e conto. inté!

pinehurst-raleigh-clarksville-virginia beach-yorktown-williamsburg-jamestown

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então foi assim:
ficamos no tal golf resort chic até 3 da tarde na sexta-feira e daí decidimos ir num lugar “cheio de água” na fronteira da carolina do norte com a virgínia. mas antes fomos em raleigh, uma cidadezinha sem graça alguma. mas paramos no centro da cidade pra tomar um café e achamos esse “raleigh street paint festival”:

raleighstreetpaintfestival.jpgraleighstreetpaintfestival_1.jpg
fotos: BellaBim’s
de lá pegamos o rumo da fronteira e de repente estávamos numa estrada estreita e escura que deu até medo. sabe aqueles postos de gasolina que a gente vê nos filmes, assim bem esqusito, escuro, deserto, e que sempre alguém assalta ou mata alguém? pois sim, vi vários deles. uia! hehehe
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foto1: Joe Noah; foto2
em um desses postos, alguém nos indiciou uma cidade na beira de um lago que teria hoteis “legais”. seguimos numa estrada que nem esses postos tinha, era um breu só.
depois de alguns bons minutos de silêncio total entre eu e o paul, do tipo: “será que estamos indo na direção certa? que direção?”, enfim chegamos em clarksville, já umas nove e tanto da noite. só nos restava dormir o sono dos justos e assim fizemos.
sábado: tomamos café da manhã no hotel com o mapa na mesa pra decidir onde iríamos dali em diante. a idéia era ir pra williamsburg, mas pegamos o rumo de virginia beach.
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chegamos no meio da tarde e fomos caminhar nessa longa “beira mar”. a cada 100m tem bicicletas pra alugar, de todo modelo que imaginar: pra uma pessoa, pra duas, pra quatro, etc. pensamos em pedalar mas caiu uma chuva bem na hora e o jeito foi sentar e beber uma cerveja.
quando o paul sugere ir à alguma praia, ou eu fico calada ou não digo nada hahaha. não é por nada não, mas pra quem nasceu e viveu longos anos no nordeste do brasil, é osso gostar das praias daqui. mas pra ser bem honesta essa praia ai de cima não é das piores naum. pelo menos voce “entra” sem pagar. em agumas praias em new jersey além de ter que pagar, eu vi a coisa mais absurda por lá: um espaço “cercado” para fumantes. bom, deixemos as arengas pra lá.
[parêntese: vou ali catar mais umas fotos pra ilustrar os próximos passos e volto em breve tá?]
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saímos de virginia beach no final da tarde com o plano de dormir em williamsburg [cidade histórica do início da colonização pelos ingleses] e assim foi, mas antes fomos até yorktown, vilarejo também histórico dessa mesma época:
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cidadezinha na beira de um rio, bem bonitinha, arrumadinha, linda armadilha pra turista, que os americanos sabem fazer bem direitinho.
[parêntese2: quem não tem casa é sem-teto, e quem não tem mais câmera é sem-imagem? ho ho ho num é mole uma pessoa “sem-imagem” fazer post relatando viagem. inté já.]
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quando saímos de yorktown, já quase no pôr do sol (atualmente o sol tá se pondo perto das 7), pegamos uma estrada super bonita chamada “colonial parkway” que liga williamsburg, yorktown e jamestown. a intenção era de ir à jamestown, sentar à beira da água e tomar um vinho por lá. a ignorância nos pegou: jamestown é tipo um parque, sítio arqueológico, não tem mais nada de cidade e estava fechado quando chegamos. mas o visual da estrada pagou o mico da falta de informação.
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voltamos e entramos em williamsburg, que é uma armadilha pra turista ainda maior e melhor. tem umas 3 quadras, só para pedestres, cheia de lojas e restaurantes e cafés e tudo mais.
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comemos, bebemos o tal do vinho e fomos dormir em um hotel de beira de estrada. no dia seguinte fomos visitar a “williamsburg colonial”, que é o lugarejo restaurado e preservado, com pessoas vestidas com roupas da época, etc. o paul adoraaaa esses lugares e quase não consigo arrancar ele de lá. voltamos na “merchants square” pra tomar um café e fomos à jamestown. aí é que o paul gosta mesmo, porque o lugar é cheio de placas e ele não passa por uma sem ler. já aprendi, e pra não ficar enchendo o saco dele e ele o meu, pego meu rumo e ele o dele. mas de repente estava eu lá parada, lendo uma das placas sobre pocahontas.
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eu não vi o filme nem lembro de ter lido sobre ela, mas taí que eu gotei da história (e lendas) dessa indiazinha danada. se alguém quiser saber sobre ela, achei esse link interessante.
tá bom né? já chega, até porque daí pra frente foi muita estrada, com belas e não-tão-belas paisagens, até chegar em annapolis, com o contador marcando 1054 milhas (multiplique por 1.4 que vai dar uma ruma de quilômetros)!! tem que gostar muito de estrada, e a gente gosta. tou até o talo de história americana[*], mas foi muito bom para nós :o)
[*] no caminho de volta o paul dizia que eu já estava pronta pra fazer o teste pra cidadania americana. quando chegamos em casa, encontrei na caixa do correio uma carta da imigração dizendo que o pedido de residência permamente tinha sido aprovado. iuruu. foram 3 anos desde que mandamos a primeira papelada. com 6 meses tive o passaporte carimbado e depois em menos de 2 meses estava com o green card provisório na mão. agora tenho que ir pessoalmente no escritório em baltimore, e eles vão carimbar o passaporte novamente, e em breve devo receber o cartão permanente. assim fico livre de complicações e burocracias por 10 anos. iuruuu.

fazenda amish

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voltamos da filadelfia pela região de lancaster que é onde vivem os amish. [já falei neles aqui, porque em annapolis tem um mercado amish super legal]. pra quem não sabe ou não lembra é aquela comunidade onde se passa o filme “a testemunha“. vivem no mundo deles e não nesse nosso: não andam de carro (andam de charrete), não têm TV nem telefone; não usam trator pra arar a terra, enfim, vivem noutro tempo, com muito tempo e sem pressa alguma. vivem simplesmente ou simplesmente vivem.
eu tenho a maior curiosidade por povos assim, que levam a vida noutro ritmo e principalmente quando não têm a doença-do-consumo. é tão doido eles morarem logo aqui nos estados unidos, porque se fosse no interior de alguma cidade da europa não destoaria tanto, mas no país do time-is-money e do compra-compra o contraste é imenso.
a gente não viu quase nada, e nos prometemos voltar lá com calma pra conhecer esse “modelo” de viver.
quem tiver interessado em saber mais, aqui tem um artigo na folha online.

calgary – rocky mountains

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pois sim, essa viagem foi uma visita ao pai do paul. o irmão mais velho também foi e ficamos na casa da irmã-enteada, que estava de férias no méxico.
pra não sair cara demais, foi bem longa. pegamos um vôo que vai pra dallas, no texas, e depois uma conexão pra calgary. foram 12 horas de porta a porta. o irmão do paul que já tinha chegado, foi nos buscar no aeroporto e logo depois fomos na “casa de repouso” onde tá morando o pai.
no dia seguinte fizemos o belo passeio pelas rocky mountains. que coisa bonita viu? é montanha pra todo lado, cada uma mais imponente do que a outra. fomos direto pra lake louise onde fiquei extasiada. se as imagens já emocionam, imagina ao vivo.
eu e o david (o irmão) resolvemos subir uma trilha. não estávamos nem um pouco preparados pra isso, meu sapato inadequado, sem água, mas fomos assim mesmo. a primeira parte foi sofrível e tive uma demonstração nada agradável das condições dos meus pulmões. tsc tsc tsc (todo mundo calado, heim?), mas logo pegamos o ritmo e subimos um pouco mais da metade da trilha toda, que vai até uma casa de chá. no caminho tem uma clareira onde foi tirada essa foto abaixo. foi nesse ponto que a “embriaguez” se deu. parecia que eu tinha tomado ácido, ou qualquer coisa parecida. bom demais “viajar” sem droga nenhuma.
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depois dessa caminhada, claro, que merecemos uma cerveja bem gelada. almoçamos por lá e pegamos a estrada de volta.
paramos em outro lago, tão bonito quanto, chamado lake moraine. aqui tem um tour virtual bem bonito. [a esta altura minha bateria arreou e espero pelas fotos que o david fez]
na volta paramos na cidade turística de banff que é point da região.
calgary é uma cidade sem muitos encantos. tem um parque bacana à beira do rio bow e em downtown tem uma rua interessante. como era feriado, estava quase vazia.
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e foi isso. bem bom.

calagry, canadá

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amanhã cedinho estamos indo pra calgary, no canadá. é lá onde está morando o pai do paul. como aqui não tem os trocentos feriados que temos no brasil, vamos aproveitar o do dia do trabalho pra visitá-lo. diz que a região é bem bonita, arrodeada de montanhas e rios.
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deixo 28 graus aqui pra fazer um rápido estágio de “outono”.
o ruim é fazer uma mala pra três dias com a temperatura oscilando entre 22 e 3 graus. o melhor é usar o “modelo-homem”: uma calça, um short, uma camiseta, duas blusas de mangas compridas, um sueterzinho e um casaco. pronto. ai meu deusinho porque é heim, que mulher num é assim? :-)
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aí em baixo tem show de impermanência, tem lamento do furacão, tem papo de pelicano com taxista, cantoria de cigarra, brincadeira de “eu… e voce?”. divirtam-se, terça eu volto!
boa viagem pra nós e bom fim de semana proces!

harpers ferry

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harpers ferry é uma cidadezinha lindinha e cheia de história. pelo que entendi foi lá que começou a abolição dos escravos nos eua. a cidade parece intacta, do jeitinho que era. a natureza foi bem generosa: encontro de dois rios arrodeados de serras. ficamos num hotel bem antigo no alto com esta bela vista.
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eu não pesquei, mas eles pescaram. fiquei só contemplando a natureza e a alegria de quando um peixe era fisgado. pescar deve ser um ótimo remédio pro estresse, ficar alí, no meio do rio, pacientemente esperando a hora de puxar a linha.
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saímos do rio às oito da noite e pelo paul ficaríamos mais. fazia muito tempo que ele não pescava e queria tirar o atraso.
no domingo fomos andar pela cidade e pelo enorme parque que tem por lá. depois pegamos o carro e voltamos bem devagar, por estradas secundárias. o que adoro nessas estradas além da paisagem, é que nessa época sempre tem barraquinhas de fazendeiros vendendo frutas/legumes/verduras. comemos cerejas e ameixas frescas o resto da viagem toda! delícia.
uma semana deliciosa pra nós, com gosto de cereja doce!

mount vernon

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domingo nós fomos à mount vernon. a abestada aqui achava que mount vernon era uma cidade histórica, bem bonitinha, onde tinha a casa do primeiro presidente dos estados unidos, george washington. pois num é naum, é só a casa e pronto. paga-se 11 dólares pra visitar e meu paul não titubiou. e eu? bom, eu fiquei assim com cara de égua. a propriedade é imensa e a fila pra ver a casa por dentro também. e eu… achando um saco tá naquele lugar. mas quem manda não se informar direito sobre as coisas. quem teve a idéia de ir até lá? eu mesminha… então bota o rabinho entre as pernas e trata de não achar ruim. o dia estava super quente e no final da visita eu estava morta e faminta.
levamos as bicicletas e vimos lindos parques com trilhas beirando o rio potomac no caminho, mas quem disse que o corpo queria pedalar? nananina.
paramos num parque e lá ficamos feito largatixa estirados na grama. eu comtemplando a paisagem e o paul dormindo que roncava :-)))

nyc-rochester-niagara falls-toronto

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niagara falls

nyc-manhattan, “essa cidade me atravessa”
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mesmo que só por algumas horas, é como uma injeção de “mundo” na veia. não há como comparar com outra cidade. ela é única. a vibração, a sujeira, o corre-corre, as buzinas incessantes dos taxistas alucinados. adoro o fervilhar de pessoas de todo canto do planeta. é um mundo dentro de uma ilha. senta-se na calçada e quase não se ouve inglês. me divirto olhar a diversidade desfilando: sandálias de borracha, plumas e paetês, vestidos longos ou shorts curtos. ninguém se importa com nada. pretos, brancos, amarelos, pardos, índios, indianos, asiáticos, tudo junto, misturado. coquetel de raças que me fascina, sempre.

rochester, o paul passeando pelo passado e encontro com amigos
paulrochesterhouse1re.jpg chegamos no final da tarde e fomos direto pro hotel-espelunca. [a princípio ficaríamos hospedados na casa de um primo do paul, mas uma fatalidade da vida fez mudarmos os planos]. passeamos pelo bairro onde o paul morou quando criança/adolescente e depois fomos encontrar a carla e o ken. eles nos receberam na bela casa onde moram em herietta, nos arredores de rochester, com todo carinho e cervejas geladas. agradecida viu amiga, adorei te rever e conhecer o ken. foi ótimo tagarelar em português e dar boas gargalhadas.
niagara falls, divina natureza
pegamos uma bela estrada secundária, que vai beirando o lago ontário. mesmo sendo mais longo, eu sempre prefiro essas estradas do que as tediosas highways. fazendas de cerejas, muita plantação de milho, lindos campos verdes que me ajudaram a ficar zennnnnnnnnnnn raiva do “mininu pentelho”.

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a chegada na cidade de niagara falls foi uma decepção total: cidade feia, brega, decadente, sei lá. mas o parque das cachoeiras é maravilhoso e o espetáculo da natureza é fantástico. um verdadeiro santuário natural.
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esses edifícios ficam no lado canadense
ficamos toda tarde e um bom pedaço da noite no parque. fizemos um passeio de barco que vai bem perto da “cachoeira ferradura”, que apesar de durar míseros 15 minutos, vale a pena pelo visual. é engraçado que eles dão uma capa de chuva azul pra proteger dos respingos, e a gente parece um bando de smurfs.
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é impressionante a variedade de passeios que eles oferecem: passeio de balão (na verdade o balão só sobe e desce), o passeio de barco (e se quiser só descer e contemplar mais de perto paga-se 1 dólar), caminhada através de uma caverna, passeio de helicóptero, jardineiras, enfim, querendo gastar não falta com que.
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toronto
fquei decepcionada com estrada até toronto. achei que fosse o tempo todo beirando o lago, mas num é bem assim. aliás, a paisagem é bem fulera. mas gostei muito da cidade. pelo pouco que vi me pareceu super legal de morar.
o “mininu-pentelho” não me deixou curtir chinatown do jeito que eu gosto. passamos rapidamente por lá. [comparando com as outras chinatowns que já vi – nyc, san francisco e washington d.c.- só perde pra de nyc].
andamos até um parque que ele queria ver e quando chegamos perto ele desisitiu. ô falta de peia viu?
pegamos o metrô até a union station e dai foi um bocado de andança até parar num restaurante à beira do lago pra almoçar.
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na volta paramos em niagara falls do lado canadense. que diferença! incrível isso. é bem brega também e diz o paul que é uma mini las vegas. mas é cheio de vida e movimento ao contrário do lado americano.
o parque deles é muito legal. tem um bar/restaurante bem de frente pras cachoeiras e a vista é também super legal. anda pra lá, anda pra cá e de repente vi umas pessoas olhando pra cima:

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eu num tenho nervos pra olhar isso naum. ainda bem que eu tava longe e só vi quando este louco estava já quase chegando no fim da corda.
depois disso conseguimos sentar no terraço do restaurante, e lá ficamos contemplando a bela paisagem bebendo merecidas cervejas sob os respingos da cascata. ah, ja ia esquecendo, ainda vimos fogos de brinde.

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pois foi assim. bem bom. me diverti, alegrei meu coração, enchi os olhos com as belas paisagens e estou satisfeita com os exercícios de tolerância e paciência.
bom resto de semana pre nós!