




esta caixa foi entregue aqui no prédio semana passada. endereço errado. meu paul ligou na empresa pra avisar e eles disseram: fique com a caixa que a gente manda outra pro endereço certo. abrimos e lá estavam essas vinte maçãs.
e quem disse que eu gosto de maçã? tai uma frutinha que não me apetece.
sinceramente eu acho estranho um presente desses. ano passado o padastro do paul mandou uma caixa dessas com grapefruit. pior ainda, porque a maçã eu ainda cozinho no forno com açucar mascavo e licor e vira uma bela sobremesa, mas grapefruit? erg!
e nessa casa é proíbido ter tortas, porque meu paul nào é capaz de comer um pedaço, quer logo comer a torta toda. então, estou doando maçãs!!!!
e por falar em maçã, a heloisa me perguntou outro dia se eu sabia porque chamam nyc de big apple. eu disse: não faço idéia, mas logo fui no santo-google e achei esta versão:
Por que Nova York é chamada de Big Apple?
“Se você visitar a esquina da rua 54 com a Broodway em Nova York, você estará na esquina da “Big Apple” isto por que a pessoa que inventou a expressão “Big Apple”, Jonh Fizgerald, um jornalista formador de opinião morou no local por 30 anos.
Nos anos 20, Jonh escrevia uma coluna sobre corridas de cavalo, no New York Morning Telegraph, chamada “Em volta da big apple”.
Em 1924, Fitzgerald escreveu que ouviu a expressão pela primeira vez em New Orleans onde chamavam “Big Apple” a capacidade do treinador e ou do jóquei de atingir a perfeição, ganhar a corrida, e a “Maçã – Apple” era o premio ganho em cada corrida. Os prêmios dos hipódromos não são geralmente pequenos, então: Big Apple.
Por muitos anos pensou-se que a expressão se originou nos idos dos anos 30, pelos músicos de New Orleans, por causa da antiga citação: Existem muitas maçãs na árvore do sucesso, mas se você alcança Nova York,você pega a Maçã graúda. Todo músico almejava se apresentar no Harlem, a capital mundial do Jazz. Contudo, o parágrafo acima mostra que Fitzgerald usou a expressão quase uma década antes.
Em 1971, o termo Big Apple, foi oficialmente adotado nas propagandas e slogans da cidade de Nova York, com o objetivo de desviar a atenção dos turistas, da má reputação e o lado negro da cidade, para o lado excitante e glamurosoo que ela oferece. O símbolo da grande maçã vermelha é usado para evocar uma imagem agradável e alegre.”
ô besteira besta! mas quando se está só esperando chegar o dia de uma viagem, fica-se assim, abestadinha 🙂
desculpem-me, mas é o que tenho pra oferecer hoje!
uma ótima semana pra nós todos, com gosto de maçã pra os que gostam.
p.s. agradecimentos especiais a fessora-mônica que traduziu o texto pro portugues, por que eu mesminha num dei conta!
p.s.2: mariazinha querida do meu coração, um beijo bem grande proce, cheio de carinho e desejos que a vida lhe trate bem muito bem!!! ![]()
flagrante do final da comemoração:

p.s. “roubei” esta foto deste blog que eu visitava pela primeira vez. gostei muito do que eu li/vi por lá, confira!
nós estávamos num lugar lindo: lagoa da jijoca, ceará.

jericoacoara, ce.
foi quando encontrei meu paul “ao vivo e a cores”, pela primeira vez!

fazia uns tres meses que a gente conversava online todo-santo-dia-o-dia-todo. dai eu o convidei pra ir me visitar e a gente se conhecer pessoalmente. ele aceitou o convite prontamente, mas ficou me enrolando em marcar uma data. um dia, eu que deus errou e me fez sem nenhuma paciência, subi nas tamancas e “botei o cabra na parede”: “ou vai ou racha! eu mesmo num tou disposta a ficar aqui na frente dessa tela indefinidamente não! arrume logo ai uma data ou então cale-se para sempre!”
deu certo! dia 1o dezembro eu estava no aeroporto pinto martins, em fortaleza, com o coração batendo apressado e o resto do corpo num frenesi total.
benza deus! bendito seja o guga! bendita internet!
grata estou de ter aberto meu coração e estar aqui hoje vivendo essa benção.
te amo meu paul, cada dia mais!
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e trago pra cá o comentário da leila no post anterior, que achei legal demais:
“Sugestão: pega o teu absurdamente lindo coração, desembrulha, e tenho certeza que teus posts e assuntos desvendarão guardadinhos incríveis de almas que te lêem e admiram tanto. Este misto da criança Lília, da adolescente deslumbrada, da jovem guerreira, da mulher dando a volta por cima, da mãe suspirando profundo e sonhando, da profissional antenada, da parceirona que o coração do Paul percebeu… nossa! emprestam sempre um pouco do teu muito para que, outras como tu, respirem de novo. E respirar, entre uma braçada e outra, é que importa, amiga. Tem um pódium a nossa espera, acredite: o de ter saboreado, com respeito, cada cajú, da vida. O gosto vale o sumo!” valeu leila!!

desde de ontem que eu caço assunto, outro assunto que não seja falar da viagem. dai recebo esta foto hoje cedo, de um querido amigo, dizendo assim: “só pra dá água na boca”. então tá né?

enquanto isso fico com esta paisagem do quintal :-))
uma ótima semana pra todos nós.

é o primeiro ano que passo o grande feriado familiar americano – thanksgiving – em casa, normalmente vamos pra california onde moram muitos parentes do paul. este ano a família dispersou e o dindin faltou.
a previsão do tempo para ontem era de muita chuva, mas quando levantei só tinham algumas nuvens no céu.
um casal e mais uma amiga viriam almoçar aqui e eu comecei a função bem cedo. de repente o céu ficou azulzinho e a temperatura chegou aos 18 graus. thank god!!. é impressionante como me encho de energia e fico numa alegria infantil.
o dia de ação de graça foi celebrado: comemos, bebemos, dançamos e alegramos nossos corações. motivo pra agradecer é que não falta. SAÚDE!!

p.s. o dia hoje amanheceu completamente ensolarado, mas a temperatura mais cedo era zero grau! brrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr.
então vamos à contagem regressiva: em exatos 21 dias estarei zarpando no rumo do calor.
o fim de de semana foi todo dentro de casa. lá fora o cinza não me atraía e por isso fiquei entocada. ainda faltam muitos dias pra minha viagem ao brasil, mas a verdade é que já estou completamente na onda. a maioria das compras ja foram feitas, as compras online ja chegaram quase todas e o que falta são aquelas coisinhas dos últimos dias mesmo. e também os retardatários que pedem coisas de última hora.
o quartinho-de-hópsede-escitório virou quatinho-das-plantas e da bagunça da viagem. me diverti bastante desembalando-reembalando (eu tiro tudo das caixas!!), e embrulhando pra presente as lembrancinhas que levo pra família e amigos. agora tenho que dar uma parada se não termino tudo e ai vou querer entrar logo no avião!!!!
e no meio da bagunça que estava a casa, com caixas, papeis, etc, uma amiga veio almoçar por aqui com a linda filhota.
deixei a brincadeira de lado e fui pra beira do fogão. o almoço foi bem simples: pedaços de frango assado num molho inventado pelo meu paul, arroz com açafrão e bockchoy (uma verdura chinesa). num sei se porque a fome tava grande, mas lambemos os beiços.

mas o sucesso mesmo veio depois. não tinha nada pra sobremesa, daí “inventei” uma e ficou uma delícia: banana frita, polvilhada com canela, com frozen yorgurt de baunilha (eu prefiro sorvete creme, mas aqui num tem) e calda de chocolate quente. modéstia a parte, ficou “orgasmante”, até ouviu-se gemidos de prazer ahahahaha
uma ótima semana pra nós todos!!

hoje é o aniversário da pessoa mais importante da minha vida: minha mãe. claro né, se não eu não estava aqui!
dizem que fui muito mimada, eu sou suspeita pra falar. mas é fato que sou a caçulinha, sete anos mais nova que minha irmã do meio.
acho que fui uma boa menina até meus quatorze anos. sempre tirava notas boas (nao que estudasse muito, mas dava um jeito de passar “por média” porque queria férias), era muito organizada (ainda sou, mas ando meio relaxada) e minha mãe se orgulhava do meu guarda-roupa bem arrumado.
acho que fui uma adolescente “heavy metal” porque sempre fiz tudo o que eu queria sem “respeitar” muito as ordens da casa. nesta época a relação com minha mãe era bem de aborrecente mesmo. quase não nos falávamos, a comunicação era por bilhetes. assim não havia confrontos. o tempo foi passando, fui amadurecendo. foi quando virei mãe que nos aproximamos e começamos a nos ver como adultas. dai pra frente, além do amor, nasceu uma assumida e imensa admiração.
ano passado fiz um post pra ela, contando mais ou menos como é esta maravilhosa mulher. (se clicar no link, tem que ir no dia 18!)
hoje não tenho mais muito o que dizer além do que ja foi dito.
gosto de astrologia, acho que os astros influenciam sim, mas eu seria muito diferente se não tivesse tido essa mãe que tenho.
mãe que não é perfeita, porque nenhuma é, e seria sem graça se o fosse.
mãe que sempre nos respeitou. que sempre nos amou. que sempre nos acalentou. que sempre, sempre estava e está presente com seus carinhos e afagos.
mãe, só posso agradece-la mais uma vez por ter o previlégio de ser sua filha! e em nome do bruno, agradeço por seres esta avó maravilhosa!!! feliz idade com muita saúde, paz e alegria no seu coração!
e olhe mãe, eu pedi esse moço pra fazer esta entrega, espero que ele chegue a tempo, tá?

update: esse pobre moço conseguiu chegar à casa da minha mãe, esbaforido. e eis que ao perguntar onde era o elevador, faltou energia, e ele teve que subir 23 andares!!! ao chegar no apartamento da d. albany, soube que teria outra entrega, imediata, pro sr. milton a pedido da d. monica. e quando minha mae disse o endereço – rio grande do sul – o pobre homem se ajoelhou e implorou por um arrebite, no que foi prontamente atendido. por isso sr. milton, aguarde ai, que o moço das rosas ta chegando!!!
eu sou fã de carteirinha dessa moça que esbanja talento. a sensibilidade transborda nas palavras e ela faz um belo balé quando escreve. enfim um livro, “claudia letti – onde não se responde”, que será lançado no rio de janeiro no próximo dia 25, mas voce já pode comprar o livro aqui!
e além de brincar deliciosamente com as palavras, ela também tem o dom de cozinhar e virou minha “personal chef”.
quando vi que a temperatura na quarta-feira ia pra zero grau, resolvi colher os míseros pes de alface e fazer uma salada pro jantar. pedi uma receita de molho e ela prontamente me deu, uma simples e bem gostosa:
salada: alface, camarão, tomate, nozes, queijo ricota-salada e azeitona preta.
molho: uma colherinha de mostarda, meio copo de iogurte natural, 3 colheres de azeite, 1 colher de vinagre, cebola picada, sal e pimenta a gosto.
bota todos os ingredientes do molho numa tijela grande e mistura tudo.
dai vai colocando o “resto” e deixa a alface por último. vai misturando com duas colheres de baixo pra cima.
eu ainda fiz uns croutons e joguei por cima quando pronta!
hummmmmm, ficou tão bom que nem cachorro comeu, porque não sobrou ne?
e por hoje é só! um ótimo fim de semana pra nós todos!
quarta a noite e eu agora que venho falar do fim de semana. mas quando tem hóspede em casa é assim mesmo, muita vadiagem na rua e quase nenhuma aqui na frente da tela.
sábado: saimos de casa cedo no rumo da pensilvania, mais precisamente uma cidadezinha chamada bloomsburg onde estava esta amiga que conheci em fortaleza. ela ta indo pra portugal e antes queria conhecer nyc e aqui está. fomos rápido, pelas highways e voltamos devagarinho pelas estradas sencundárias. mas a paisagem por lá ja ta bem feia, parece mais a caatinga do ceará.

voltamos devagar por estradas secondárias, e paramos em algumas cidadezinhas no caminho, mas nada de interessante pra mostrar aqui.
domingo: já que estávamos com o carro fomos passear de novo. pegamos a estrada do palisades interstate park, que fica na beira do rio hudson na altura da george washington bridge. as árvores por la ainda estão bem coloridas.

de lá fomos pra west point, onde tem a academia das forças armadas. foi engraçado, porque na entrada um guarda de segurança para o carro e pergunta o que vamos fazer por lá. a gente diz que quer visitar, conhecer. dai ele explica que depois do bin laden eles não deixam mais visitar como antes, mas que na entrada mesmo a gente pode “play the game” e dizer que vai comprar ingressos pra num sei o que assim entramos.

o lugar é lindo, no estado de ny, à beira do rio. os prédios são todos de pedras, bem antigos, e os futuros oficiais (ui!) estudam por lá. o sol nao me deixou fotografar direito, e ai só uma amostra, com uma imensa igreja no alto.
de lá fomos visitar um mosteiro budista, chuang yen monastery, onde tem a maior estátua de buda do ocidente. é bem interessante esse lugar.


depois pegamos uma estrada bem bonita ja voltando em direção a manhattan. paramos em tarrytown pra almoçar. foi o trecho mais bonito do passeio, as árvores ainda com um colorido deslumbrante, mas meu paul não me deixou fotografar, impriquitou que queria entrar em manhattan ainda com a luz do dia. teimoso!

passamos por dentro de yonkers onde começa a broadway, e a atravessamos até downtown!!
e pronto. bom demais regarregar as energias conhecendo novos lugares e alimentando a alma com belas paisagens.
p.s. a rotina está alterada com a hóspede em casa e com vadiagens em nyc. em breve voltaremos “com a programação normal” 🙂